dezanove de abril de dois mil e onze: 11h20


Há a cor do nevoeiro pela casa
    Um nevoeiro sem descrição      uma mágoa que percorre as janelas e as infiltra de aperto
                 Nada ter para chorar como único verdadeiro motivo para chorar       despejar o reservatório                 e começar de novo
Viver é começar de novo     sim      mas também é morrer de novo